quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Correndo paraos braços de Deus...

Vestuário no meu Trabalho na Tijuca Rio de Janeiro...
ATO DE BONDADE PARA UM CORAÇÃO PARTIDO

- Ei, mamãe, o que você está fazendo? Perguntou Susie.

- Estou fazendo um pudim para a nossa vizinha, a Sra. Smith. Respondeu sua mãe.



- Por que? Voltou a perguntar Susie, que tinha apenas seis anos.

- Porque a Sra. Smith está muito triste; ela perdeu a sua filha e está com o coração partido. Nós precisamos cuidar dela um pouco.



- Por que, Mamãe?

- Veja Susie, quando alguém está muito, muito triste, não consegue fazer pequenas coisas como preparar o jantar ou outros afazeres. Como somos parte de uma comunidade e a Sra. Smith é nossa vizinha, nós precisamos fazer algumas coisas para lhe ajudar. A Sra. Smith não poderá mais falar com sua filha ou abraçá-la ou fazer todas aquelas coisas maravilhosas que as mães e as filhas fazem juntas. Você é uma menina muito esperta, Susie; talvez pense em alguma maneira de ajudar à cuidar da Sra. Smith.



Susie pensou seriamente sobre este desafio e em como poderia fazer sua parte para cuidar da Sra. Smith. Poucos minutos depois, Susie bateu em sua porta. Depois de alguns instantes, a Sra. Smith atendeu às batidas com um

- Olá, Susie.



Susie observou que a Sra. Smith não tinha aquela voz que ela conhecia e nem aquele jeito quase musical quando cumprimentava alguém.



A Sra. Smith parecia, também, ter chorado porque seus olhos estavam molhados e inchados.

- O que posso fazer por você, Susie? Perguntou a Sra. Smith.

- Minha mãe disse que você perdeu sua filha e está muito, muito triste com o coração partido.



Susie timidamente esticou sua mão. Nela estava um Band-Aid.

- Isto é para o seu coração partido.



A Sra. Smith engasgou, prendendo as lágrimas. Ajoelhou-se e abraçou Susie. Entre lágrimas disse,

- Obrigado, querida, isto ajudará muito.



A Sra. Smith aceitou o ato de bondade de Susie e deu um passo a mais. Ela comprou um pequeno chaveiro com um pequeno porta retratos - desses chaveiros projetados para carregar chaves e, ao mesmo tempo, exibir orgulhosamente um retrato de alguém querido. A Sra. Smith colocou o Band-Aid de Susie no porta retratos para lembrar de se curar a cada vez que o visse. Ela sabia que a cura exigiria tempo e apoio. Aquele chaveiro transformou-se em seu símbolo de cura, ao não se esquecer da alegria e do amor que experimentou com sua filha.



Um simples gesto de bondade, feito com sinceridade, pode ajudar muito à quem precisa de algum carinho e atenção. Não deixe de fazer sua parte... Mesmo que seja oferecendo um Band-Aid.
Não Confundas

"Porque a Escritura diz: Todo aquele

que nele crer não será confundido."

Paulo.(ROMANOS, 10:11.)





Em todos os círculos do Cristianismo há formas diversas quanto à crença individual.

Há católicos romanos que restringem ao padre o objeto de confiança; reformistas evangélicos que se limitam à fórmula verbal e espiritistas que concentram todas as expressões da fé na organização mediúnica.

É natural, portanto, a colheita de desilusões.

Em todos os lugares, há sacerdotes que não satisfazem, fórmulas verbalistas que não atendem e médiuns que não solucionam todas as necessidades.

Além disso, temos a considerar que toda crença cega, distante do Cristo, pode redundar em séria perturbação... Quase sempre, os devotos não pedem algo mais que a satisfação egoística no culto comum, no sentimento rudimentar de religiosidade, e, daí, os desastres do coração.

O discípulo sincero, em todas as circunstâncias, compreende a probabilidade de falência na colaboração humana e, por isso, coloca o ensino de Jesus acima de tudo.

O Mestre não veio ao mundo operar a exaltação do egoísmo individual, e, sim, traçar um roteiro definitivo às criaturas, instituindo trabalho edificante e revelando os objetivos sublimes da vida.

Lembra sempre que a tua existência é jornada para Deus.

Em que objeto centralizas a tua crença, meu amigo? Recorda que é necessário crer sinceramente em Jesus e segui-Lo, para não sermos confundidos.