Correndo paraos braços de Deus...
*** Lenno 100% Feliz...***
Sou Muito Feliz...
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
ATO DE BONDADE PARA UM CORAÇÃO PARTIDO
- Ei, mamãe, o que você está fazendo? Perguntou Susie.
- Estou fazendo um pudim para a nossa vizinha, a Sra. Smith. Respondeu sua mãe.
- Por que? Voltou a perguntar Susie, que tinha apenas seis anos.
- Porque a Sra. Smith está muito triste; ela perdeu a sua filha e está com o coração partido. Nós precisamos cuidar dela um pouco.
- Por que, Mamãe?
- Veja Susie, quando alguém está muito, muito triste, não consegue fazer pequenas coisas como preparar o jantar ou outros afazeres. Como somos parte de uma comunidade e a Sra. Smith é nossa vizinha, nós precisamos fazer algumas coisas para lhe ajudar. A Sra. Smith não poderá mais falar com sua filha ou abraçá-la ou fazer todas aquelas coisas maravilhosas que as mães e as filhas fazem juntas. Você é uma menina muito esperta, Susie; talvez pense em alguma maneira de ajudar à cuidar da Sra. Smith.
Susie pensou seriamente sobre este desafio e em como poderia fazer sua parte para cuidar da Sra. Smith. Poucos minutos depois, Susie bateu em sua porta. Depois de alguns instantes, a Sra. Smith atendeu às batidas com um
- Olá, Susie.
Susie observou que a Sra. Smith não tinha aquela voz que ela conhecia e nem aquele jeito quase musical quando cumprimentava alguém.
A Sra. Smith parecia, também, ter chorado porque seus olhos estavam molhados e inchados.
- O que posso fazer por você, Susie? Perguntou a Sra. Smith.
- Minha mãe disse que você perdeu sua filha e está muito, muito triste com o coração partido.
Susie timidamente esticou sua mão. Nela estava um Band-Aid.
- Isto é para o seu coração partido.
A Sra. Smith engasgou, prendendo as lágrimas. Ajoelhou-se e abraçou Susie. Entre lágrimas disse,
- Obrigado, querida, isto ajudará muito.
A Sra. Smith aceitou o ato de bondade de Susie e deu um passo a mais. Ela comprou um pequeno chaveiro com um pequeno porta retratos - desses chaveiros projetados para carregar chaves e, ao mesmo tempo, exibir orgulhosamente um retrato de alguém querido. A Sra. Smith colocou o Band-Aid de Susie no porta retratos para lembrar de se curar a cada vez que o visse. Ela sabia que a cura exigiria tempo e apoio. Aquele chaveiro transformou-se em seu símbolo de cura, ao não se esquecer da alegria e do amor que experimentou com sua filha.
Um simples gesto de bondade, feito com sinceridade, pode ajudar muito à quem precisa de algum carinho e atenção. Não deixe de fazer sua parte... Mesmo que seja oferecendo um Band-Aid.
Não Confundas
"Porque a Escritura diz: Todo aquele
que nele crer não será confundido."
Paulo.(ROMANOS, 10:11.)
Em todos os círculos do Cristianismo há formas diversas quanto à crença individual.
Há católicos romanos que restringem ao padre o objeto de confiança; reformistas evangélicos que se limitam à fórmula verbal e espiritistas que concentram todas as expressões da fé na organização mediúnica.
É natural, portanto, a colheita de desilusões.
Em todos os lugares, há sacerdotes que não satisfazem, fórmulas verbalistas que não atendem e médiuns que não solucionam todas as necessidades.
Além disso, temos a considerar que toda crença cega, distante do Cristo, pode redundar em séria perturbação... Quase sempre, os devotos não pedem algo mais que a satisfação egoística no culto comum, no sentimento rudimentar de religiosidade, e, daí, os desastres do coração.
O discípulo sincero, em todas as circunstâncias, compreende a probabilidade de falência na colaboração humana e, por isso, coloca o ensino de Jesus acima de tudo.
O Mestre não veio ao mundo operar a exaltação do egoísmo individual, e, sim, traçar um roteiro definitivo às criaturas, instituindo trabalho edificante e revelando os objetivos sublimes da vida.
Lembra sempre que a tua existência é jornada para Deus.
Em que objeto centralizas a tua crença, meu amigo? Recorda que é necessário crer sinceramente em Jesus e segui-Lo, para não sermos confundidos.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Sábado, 26 de Janeiro de 2008
ÂNIMO PARA VENCER
Por que se sujeitar ao desânimo? Por que desprezar a paz de espírito?
Tu tens verdadeiramente as sementes de tudo o que é bom.
Dormem dentro de ti as boas idéias, o sentido positivo e o poder de agir.
Por isso, eleva-te!
Enxerga o sol atrás do monte de tuas
criações mentais. Pondera seriamente sobre o significado
do que fazes e sobre a finalidade da tua vida,
e toma decisões que não prejudiquem ninguém.
Adota seriedade em relação às coisas espirituais e
antevê um amanhã de luz.
Vê longe, não apenas centímetros à tua frente, e entrega
o teu espírito para que Deus faça nele a melhor obra.
A luz que está em ti precisa do combustível do teu ânimo.
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Deus é bondoso.
Ele não usa um chicote ou um ferro
em brasa para castigar você.
Ele corrige com amor.
Qualquer que seja o seu erro, a retificação surge
para que você fique melhor do que antes.
Imagine-se passando por uma sala de purificação, de
limpeza, de revigoramento mental e espiritual.
E veja-se aparecer, depois, com um belo aspecto.
O sentido da vida é evolução, crescimento, embelezamento, abundância, paz.
Você sofre muito menos quando entende porque sofre.
Não olhe os problemas com lente de amento.
Use para eles uma lente de redução.
Quem tem medo facilmente trata os problemas com exagero.
Quem procura enfrentá-los sabe que não são o que aparentam
e pode vê-los com lentes que lhes diminuam a intensidade.
Use a lente de aumento para outro fim, o da sua felicidade.
Faça de um pequeno ponto, de uma simples observação
um motivo de alegria e de um pequeno favor que
recebe um grande contentamento.
Quem reduz os problemas aumenta a paz.
Como ter paz, sem fazer o que dá paz?
Há quem, na hora de perdoar, não perdoa;
ante o pedido de sinceras desculpas, não atende;
no instante em que pode auxiliar, não o faz;
na hora em que deve ser solidário, afasta-se, sem motivo justo;
se pode doar esperanças, oferece o desânimo;
se capaz de um bom conselho, prefere más palavras;
tendo condições, não corresponde a um sorriso puro.
Como, então, ter paz?
Para ter paz, há que se fazer o que é da paz,
o que redunda em paz, o que carrega a paz.
A paz vive no coração que sabe amar.
VIVER É DIFERENTE DE SOBREVIVER
É triste ver tanta gente lutar para sobreviver.
E não estou falando apenas daqueles que ganham
salário mínimo,
mas de executivos que vivem angustiados
com tantas pressões,
de empresários que fogem de suas famílias,
pois não aprenderam a amar,
de pessoas de todos os níveis sociais que estão
sempre assustadas perante a vida.
São pessoas que não vivem.
Apenas sobrevivem,
como se estivessem numa crise asmática permanente:
aquela eterna falta de ar e,
de vez em quando, o alívio rápido e passageiro.
Logo depois sentem de novo o sufoco insuportável.
Essas pessoas não vivem, sobrevivem.
E apenas sobreviver é trabalhar em algo sem
sentido só para manter o salário;
é fazer joguinhos de poder para manter o emprego;
é sair com alguém que não se ama somente
para aplacar a solidão;
é ter relações sexuais só para manter o casamento;
é não conseguir desgrudar os olhos da TV,
com medo de escutar a voz da consciência;
é ter de tomar alguns drinques para
conseguir voltar para casa.
A sociedade nos pressiona diariamente para
nos transformar em máquinas.
Todos os dias, pela manhã,
uma multidão liga seu corpo como se fosse mais
uma máquina e sai pela porta para uma
repetição infinita de ações rotineiras
sem nenhuma relação com sua vocação
e seu talento.
E muita gente chama a isso livre-arbítrio.
Depois vão a massagens, saunas,
fazem um monte de ginástica em busca de
um pouco de energia extra para,
no dia seguinte,
voltar a fazer o mesmo trabalho que não tem
nenhuma relação com sua alma.
Muitos estados de depressão são,
na realidade,
frutos de uma terrível sensação de inutilidade.
Esse olhar vago do deprimido é muitas vezes o
olhar de quem poderia ter
aproveitado as oportunidades da vida,
mas não soube valorizar o que era
realmente importante.
Se, por acaso,
você se identificou com a descrição acima,
está na hora de mudar.
Aproveite o início de semana e mude !
O filósofo espanhol Julián Marías escreveu que a infelicidade humana está em não preferir o
que preferimos.
Quando uma pessoa não prefere o que prefere,
acaba se traindo.
As escolhas de nossa vida têm sempre de privilegiar
a nossa essência.
Nossa vocação não tem nada a ver com
ações sem afeto.
O ser humano nasceu para realizar a
sua vocação divina.
No entanto,
quantas vezes acabamos nos dedicando
exclusivamente à sobrevivência!
Sobreviver e viver são experiências
completamente distintas.
Viver é ser dono do próprio destino.
É saber escrever o roteiro da própria vida.
É ser participante do jogo da existência,
e não mero espectador.
É viver as emoções,
é ter os próprios pensamentos e viver
os seus sonhos.
Sobreviver é administrar o tempo para que o dia
acabe o mais rápido possível.
É conseguir ter dinheiro até o próximo pagamento.
É respirar de alívio porque chegou o
final do expediente.
É ir resignado de casa para o trabalho e do
trabalho para casa.
É adiar o máximo possível as mudanças para não
ter de arriscar nada...
Chega de migalhas da vida!
Chega de viver como um fugitivo,
olhando para os lados,
com medo de tudo e de todos!
O ser humano merece mais do que simplesmente completar seus dias.
Merece a plenitude da vida.
"Se você já construiu castelos no ar,
não tenha vergonha deles.
Estão onde devem estar.
Agora, construa os alicerces."
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